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Hábitos que evitam a má digestão

quinta-feira, 2 de julho de 2009 13h29min27s BRT

O seu médico pode fazer você se sentir melhor, seja através de uma medicação ou de uma orientação adequada. Mas você também pode se ajudar, criando hábitos simples e saudáveis.

Hábitos Alimentares

Faça Refeições Leves: Comer em excesso, seja o que for, não é nada saudável, pois pode sobrecarregar o seu trato digestivo, dificultando a digestão dos alimentos.

Coma Devagar: O trato digestivo possui um ritmo próprio para movimentar os alimentos digeridos. Fazendo as refeições com mais calma, você estará ajudando a digestão e evitando a sensação de empachamento.

Mastigue Bem Os Alimentos: Pequenas partículas de alimento são mais facilmente digeridas e absorvidas. Por isso, refeições apressadas e alimento mal mastigados dão muito mais trabalho ao estômago.

Evite "Tirar Soneca" Após As Refeições: Deitando, a possibilidade de regurgitações é maior, e sobrecarrega o seu estômago.

Alimentação

Evite Comidas Gordurosas: Alimentos com muita gordura retardam o esvaziamento gástrico e demoram mais para serem digeridos.

De uma maneira geral, comer bem significa comer um pouco de tudo: pão, legumes, verduras, frutas, peixes, carnes e derivados do leite.

Evite Beber Líquidos Contendo Gases Ou Alimentos Fermentados: Os gases, acumulando-se no estômago, podem causar sensação de empachamento e provocar arrotos.

Bebidas

Beber Líquidos Depois De Terminada A Refeição: Para conseguir um bom esvaziamento gástrico, o estômago não deve ser preenchido apenas por líquidos que podem fazer você se sentir "cheio" antes mesmo de terminar a refeição.

Diminua Os Cafezinhos: O café não só compromete o esvaziamento gástrico como também relaxa os músculos que impedem a passagem dos alimentos do estômago para o esôfago. Sob os efeitos da cafeína, alimentos vindos do estômago podem facilmente voltar à garganta. O resultado é regurgitação e sensação de queimação no estômago.

Evite Bebidas Alcoólicas: O álcool irrita a parede do estômago. 

Comportamento

Evite Fazer Esforços Físicos Excessivos: O aumento da pressão sobre o estômago pode agravar o quadro de pessoas com refluxo gastro-esofágico.

Evite Usar Roupas Muito Justas: Elas também "apertam" o estômago, impedindo seu funcionamento normal.

Reduza O Número De Cigarros Ou Pare De Fumar: O cigarro influi negativamente sobre o trato digestivo. Parar de fumar ou diminuir o número de cigarros será muito benéfico à sua saúde.

Evite O Stress: O stress e as emoções fortes refletem sobre o funcionamento do seu estômago. Por exemplo, algumas pessoas ficam agitadas e perdem logo o apetite.

Eleve A Cabeceira Do Leito: O refluxo noturno é muito comum e muitas vezes não é percebido durante o sono. Elevar a cabeceira do leito em 15 cm. vai melhorar essa situação.

Emagreça Se Você Estiver Acima Do Peso Normal: Excesso de peso pode aumentar a pressão sobre o estômago.

Resumindo: tente encontrar a melhor solução para você, para o seu stress e ansiedade, procurando não fazer da refeição uma obrigação, em meio a correria, mas sim um prazer. Conte seus problemas ao médico que ele certamente terá como ajudá-lo. Juntamente com esses hábitos, faça algum esporte ou atividade física. Você não só estará melhorando a saúde do seu estômago como também vai aumentar o seu bem-estar em geral.

Fonte: www.cirurgiaendocrina.com.br

 

 

Alívio da Má Digestão - Conheça o Pankreoflat

 

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Influenza A

quinta-feira, 2 de julho de 2009 12h44min32s BRT

 A pedido de um amigo de pesquisas no tempo do nosso saudoso e querido Corsini, do qual fui amigo (nos anos 70) e  discípulo no começo dos anos 80 em Imunologia e Genética (Unicamp), vou repassar a todos a maneira mais correta e saudável de enfrentar essa Influenza A (erroneamente chamada de gripe suína).
 
O melhor que vc pode fazer é reforçar o seu sistema imunológico através de uma alimentação correta e saudável, no sentido de manipular sua imunidade, preparando suas células brancas do sangue (neutrófilos) e os linfócitos (células T) as células B e células matadoras naturais. Essas células B produzem anticorpos importantes que correm para destruir os invasores estranhos, como vírus, bactérias e células de tumores.

As células T controlam inúmeras atividades imunólogicas e produzem duas substâncias químicas chamadas Interferon e Interleucina, essenciais ao combate de infecções e de tumores.


Bem vamos ao que interessa, ou seja quais alimentos são importantes (estimulam a ação do sistema imunológico e potencializam seu funcionamento).

  • Antes de mais nada, tome pelo menos um litro e meio de água por dia, pois os vírus vivem melhor em ambientes secos e manter suas vias aéreas úmidas desestimulam os vírus. Não a tome gelada, sempre preferindo água natural e de preferência água mineral de boa qualidade.
  • Não tome leite, principalmente se estiver resfriado ou com sinusite, pois produz muito muco e dificulta a cura.
  • Use e abuse do Iogurte natural, um excelente alimento do sistema imunológico.
  • Coloque bastante cebola na sua alimentação.
  • Use e abuse do alho que é excelente para o seu sistema imunológico.
  • Coloque na sua alimentação alimentos ricos em caroteno (cenoura, damasco seco, beterraba, batata doce cozida, espinafre cru, couve) e alimentos ricos em zinco (fígado de boi e semente de abóbora).
  • Faça uma dieta vegetariana (vegetais e frutas).
  • Coloque na sua alimentação salmão, bacalhau e sardinha, excelentes para o seu sistema imunológico.
  • O cogumelo Shiitake também é um excelente anti-viral, assim como o chá de gengibre que destrói o vírus da gripe.
  • Evite ao máximo alimentos ricos em gordura (deprimem o sistema imunológico), tais como carnes vermelhas e derivados.
  • Evite óleo de milho, de girassol ou de soja que são óleos vegetais poli-insaturados.

Importante: mantenha suas mãos sempre bem limpas e use fio dental para limpar os dentes, antes da escovação.
Com esses cuidados acima e essa alimentação... os vírus nem chegarão perto de vc.

 

Abraços,


(uma pequena contribuição para vc enfrentar essa e qualquer gripe que porventura apareça no seu caminho). Se achar útil por favor repasse aos seus amigos...

 

Prof. Dr. Odair Alfredo Gomes
Laboratório Morfofuncional
Faculdade de Medicina - Unaerp
Fone: 36036744 ou 36036795

 

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Adolescentes são mais ameaçados pelas cáries

terça-feira, 30 de junho de 2009 22h00min46s BRT

A perda dos dentes começa cedo entre os jovens brasileiros


A cárie, doença transmissível e infecciosa está cada vez mais presente na realidade da saúde bucal dos adolescentes brasileiros. Hoje, segundo estudo da UFSC (Universidade Federal de Santa Catariana) publicado na "Revista de Saúde Pública", 40% dos adolescentes do Brasil, de 15 e 19 anos, já perderam ao menos um dente e, em 93% das incidências, a cárie foi à responsável.

A doença se caracteriza pela deterioração dos dentes provocada por bactérias acumuladas da má higienização e pela dieta inadequada (ingestão de açúcares - doces, balas, chocolates e refrigerantes), exposta na superfície dos dentes ela altera o pH da boca e causa fissuras nos dentes. "Evitar a ingestão de alimentos açucarados, limpar os dentes de maneira adequada (escovar as gengivas e língua), passar fio dental e usar pasta de dente com flúor, são as dicas mais eficientes para evitar a doença", explica Sidnei Goldmann, dentista especialista em implantondontia.

Confira as dicas de cuidados do especialista para manter a saúde bucal sempre em dia;

- Escove os dentes no mínimo duas vezes por dia.
- Faça a limpeza nos dentes após comer qualquer alimento, principalmente na escovação noturna que as bactérias são mais ativas, pois a salivação que ajuda na limpeza é menos intensa.
- Evite alimento que cotem açúcar.
- Tome cuidado com certos antibióticos.
- Fio dental ajuda evitar carie entre os dentes.
- Visite o dentista pelo menos duas vezes por ano para fazer limpeza da boca e aplicação de flúor.

 

Fonte: Minha Vida

 

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Anvisa quer classificar suplementos como alimentos para atletas

segunda-feira, 29 de junho de 2009 10h25min56s BRT

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) quer que barras de proteína, repositores energéticos, sachês e outros suplementos alimentares sejam classificados como alimentos para atletas. A proposta, já discutida em consulta pública, pretende evitar o consumo desnecessário deste tipo de produto, cujas vendas vêm aumentando de forma significativa no país.

Esses alimentos passariam a estampar advertência de que são produtos destinados a atletas. Para a diretora de alimentos da agência, Denise Resende, pessoas que praticam atividades físicas no lazer são bombardeadas por uma ação de marketing que associa o uso de suplementos à melhoria do desempenho, a um corpo forte e bem condicionado. "Não é o suplemento que vai garantir essas condições", diz. Ela alerta que o consumo excessivo de suplementos pode trazer prejuízos à saúde.

A Associação Brasileira de Produtos Nutricionais (Abrenutri) organizou um manifesto contra a proposta."A medida é desnecessária, exagerada, um desrespeito à liberdade", avalia o presidente da Abenutri, Euclésio Bragança. Embora a resolução não proíba o uso de produtos pelos não atletas, ele está convicto de que os novos termos poderão trazer prejuízos para o setor.

Segundo ele, o alerta nas embalagens de que o produto é destinado para atletas pode afastar parte dos consumidores. Bragança conta que o manifesto já reuniu 7 mil assinaturas. Entre os argumentos usados está o de que a resolução fere a liberdade de escolha. "O que é alimentação balanceada?", questiona. Ele acrescenta ainda que as pessoas têm direito de substituir uma refeição por um complemento, desde que tenham vontade.

A gerente da Anvisa observa que, mesmo com a resolução, nada vai impedir o consumo. "Complementos são considerados alimentos. E alimentos não são proibidos", diz. Mas ela observa que cabe à agência fazer recomendações para garantir que os produtos sejam usados de forma adequada. Pela regulamentação, empresas devem colocar no rótulos advertências como a necessidade de o uso do produto sob recomendação de nutricionista ou médico. E, ainda, que o produto não substitui alimentação equilibrada. Também não pode haver expressões que façam referências a hormônios ou queima de gorduras, anabolizantes ou hipertrofia muscular.

 

Fonte: Lígia Formenti - Da Agência Estado

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Bons hábitos podem reduzir obesidade infantil

segunda-feira, 29 de junho de 2009 09h33min44s BRT

Alimentação saudável é crucial no combate ao excesso de peso

 

A obesidade infantil tem aumentado de forma significativa, determinando várias complicações na infância e na idade adulta. Considerada como um importante problema de saúde pública, que cresce no Brasil, aliada ao aumento da globalização e ao progresso do país, vem substituindo o problema da desnutrição.

O sedentarismo e as dietas baseadas em alto índice de gordura e com alto valor calórico, estão entre as principais causas do aumento do sobrepeso e da obesidade.

Em crianças e adolescentes, a obesidade está associada à alteração de fatores de risco como aumento do colesterol, triglicerídeos, pressão arterial e glicemia que podem levar ao desenvolvimento de doenças cardiovasculares, além de contribuir para a baixa auto-estima e discriminação social, oportunizando, assim, complicações emocionais. A obesidade em crianças constitui-se, ainda, em fator preditivo para a obesidade no adulto.

Para promover hábitos alimentares mais saudáveis, e, conseqüentemente, diminuir os índices de obesidade, acredita-se que seja importante que as pessoas tenham conhecimentos de alimentação e nutrição. É muito importante que esses hábitos alimentares sejam estimulados desde o início da vida. Algumas dicas para a promoção de bons hábitos alimentares na introdução de alimentos na alimentação de crianças:

Orientação alimentar a familiares e demais pessoas responsáveis pelo cuidado da criança. Evitar excesso de doces e alimentos de calorias vazias, isto é, alimentos que fornecem calorias, mas não fornecem nutrientes.

Disciplina no horário das refeições.

Cuidado com deficiências ou exageros de alimentos.

Oferecer alimentação em ambiente calmo e apropriado.

Entender a rejeição inicial aos novos alimentos. Proporcionar novas oportunidades; porém nunca forçar a criança a se alimentar.

Permitir que a criança explore os alimentos (textura, cheiro e paladar) tocando e sentindo com suas próprias mãos.

Deixar que ela regule a quantidade e o ritmo com que quer ser alimentada (parar de oferecer o alimento quando ela indicar que está satisfeita).

Evitar chamar atenção para suas tentativas mal sucedidas (reforço negativo).

Fernanda Borges Carlucio da Silva é nutricionista, professora e supervisora de estágio do curso de Nutrição da UNINOVE.

Fonte: Minha Vida

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Chega ao Brasil o mais novo tratamento para rinite alérgica

domingo, 28 de junho de 2009 22h52min46s BRT

Estima-se que 25% da população brasileira sofra de rinite alérgica, uma inflamação da mucosa nasal que compromete significativamente a qualidade de vida dos pacientes. No mundo, a prevalência da doença varia de 9% a 42%, dependendo da região.

Diante desse cenário, chega ao Brasil o mais novo tratamento para a rinite alérgica: trata-se do Omnaris (ciclesonida), do laboratório Nycomed Pharma. Sinônimo da mais alta tecnologia, o medicamento faz parte da classe dos corticosteroides intranasais (ou seja, sprays nasais), sendo ativado somente quando entra em contato com a mucosa nasal, transformando-se em des-ciclesonida, substância ativa, o que diminui consequentemente os efeitos adversos comuns aos outros tratamentos existentes.

"Trata-se de um medicamento inovador na forma de pró-droga inativa que em contato com agentes específicos na mucosa nasal, transforma-se na forma ativa des-ciclesonida. Por conta dessa atuação no organismo é que o medicamento traz alta tecnologia e baixa incidência de efeitos colaterais ao paciente", explica João Ferreira de Mello Jr., médico-chefe do Grupo de Alergia em Otorrinolaringologia do Hospital das Clínicas, em São Paulo.

Ao contrário de outros medicamentos da categoria (suspensões isotônicas), Omnaris (ciclesonida) é uma suspensão hipotônica, com maior concentração de água em relação às células da mucosa nasal, o que facilita a penetração nessas células. Além disso, essa característica permite uma maior aderência do produto na região, proporcionando um tempo de permanência e eficácia no alívio dos sintomas, ao longo de 24 horas.

O início de ação também é diferenciado, sendo de apenas uma hora após a aplicação. Como comparativo, os outros tratamentos da mesma classe levam entre sete e 72 horas para fazer efeito. Estudos também demonstraram a segurança e a eficácia da utilização do produto por um ano, sem interrupções.

Estudo internacional contradiz sazonalidade da rinite

Ao contrário do que se imagina, a rinite alérgica não se manifesta apenas no outono e no inverno. No estudo internacional denominado Allergies in Latin América (AILA) - considerado referência sobre o perfil da rinite alérgica na América Latina -, 45% dos adultos brasileiros e 39% das crianças afirmaram conviver com os sintomas da rinite durante todo o ano.

O cansaço e a irritação foram os principais fatores descritos que impactam a qualidade de vida, apontados pelos entrevistados com 41% e 39%, respectivamente.

"Temos carência de informações sobre a rinite alérgica no Brasil e esse estudo traz dados importantes para a classe médica. A pesquisa mostra ainda como é importante estarmos atentos ao impacto da doença na qualidade de vida das pessoas", afirma o Dr. João Ferreira de Mello Jr.

Sobre a pesquisa

Participaram da pesquisa 1.088 adultos (sendo 285 no Brasil) e 4.618 crianças (sendo 123 no Brasil) identificados com alergia nasal ou tratados por alergia nasal nos últimos 12 meses em oito países da América Latina: Argentina, Brasil, México, Chile, Colômbia, Equador, Peru e Venezuela.

No Brasil, foram abordados pacientes de oito cidades: São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Belém e Porto Alegre.

O sintoma da rinite alérgica mais frequente citado pelos entrevistados da América Latina, durante a crise da doença, é a congestão nasal (54%). Em segundo lugar, aparece o prurido (coceira) nasal (49%); em terceiro, os espirros repetidos (47%). Os demais sintomas citados, por ordem de prevalência, são: coriza (45%), olhos vermelhos, lacrimejamento e gotejamento após a utilização de spray nasal (33%), prurido na garganta (28%), tosse (24%), cefaleia (22%), pressão no rosto (13%), pressão nos ouvidos (12%) e dor de ouvido (8%).

Sobre a Nycomed

A Nycomed Pharma está sediada em Zurique, na Suíça. A subsidiária brasileira da Nycomed conta com 800 colaboradores, comercializa 38 produtos e está entre os 15 maiores laboratórios do País.

Em todo o mundo, a Nycomed Pharma tem 12 mil colaboradores, está presente em mais de 50 países e fornece medicamentos e produtos para hospitais, e clínicas em geral. A empresa também conta com uma vasta linha de medicamentos isentos de prescrição médica.

Entre as áreas terapêuticas de atuação, destacam-se gastroenterologia, cardiologia, reconstituição de tecidos, osteoporose, tratamento da dor e respiratória.

Em 2008, o faturamento da Nycomed foi de 3,4 bilhões, com um lucro em torno de 1,2 bilhão.

Site oficial: www.nycomed.com.br

Fonte: www.paranashop.com.br

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Dermocosméticos

sexta-feira, 26 de junho de 2009 11h24min41s BRT

Saiba o que são os dermocosméticos - ou seriam supercosméticos?

 

Não deve ser fácil para a consumidora escolher numa farmácia, perfumaria ou supermercado um produto para a pele, com tantas opções e propagandas atrativas e até contraditórias. Inclusive, há nomeclaturas e termos novos que acabam provocando dúvidas, isto quando não causam a incômoda sensação de desconhecimento. Acabamos fingindo para não confessarmos que não temos a menor idéia do que se trata. Por exemplo, o que vem a ser, afinal, um "dermocosmético"?

Os ativos usados nas composições destes cosméticos freqüentemente estão presentes nas prescrições dos dermatologistas em formulações individuais de seus pacientes

 

Dermocosméticos são os produtos destinados a melhorar e conservar a aparência que, por sua composição e concentração, usando ativos de eficiência cientificamente comprovada e dermatologicamente testados, têm maior desempenho - com resultados provados e medidos por meio de testes laboratoriais. Estes "supercosméticos" levam inclusive mais tempo até serem aprovados pelos órgãos fiscalizadores pois, para passarem pelo rígido crivo da Anvisa, são submetidos a todos os testes dermatológicos de segurança e confiabilidade.

Os ativos usados nas composições destes cosméticos freqüentemente estão presentes nas prescrições dos dermatologistas em formulações individuais de seus pacientes. Estes produtos têm, portanto, chances de atingir alta performance, com grau de satisfação maior por parte do consumidor.

Hoje pode-se encontrar uma razoável gama de dermocosméticos com distintas finalidades: hidratantes, clareadores de manchas, protetores solares, tratamento de pálpebras e olheiras, preventivos de envelhecimento, antiacne, antisseborréicos, anticaspa, autobronzeadores e outros mais.

As empresas de dermocosméticos ocasionalmente disponibilizam equipes de promotoras próprias nos pontos de venda para orientar os consumidores ou mesmo fazem certo treinamento para os vendedores fixos das farmácias e demais lojas para que estes esclareçam às pessoas interessadas nos produtos.

Inegavelmente, o mercado de cosméticos se aperfeiçoou muito e oferece cada vez mais verdades e menos mentiras, mais ciência do que puro marketing a quem quer ficar mais bonita!

Ligia Kogos é dermatologista, formada pela Escola Paulista de Medicina - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) - e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, da Sociedade Brasileira de Medicina Estética e diretora da Clínica Ligia Kogos de Dermatologia. 

 

Fonte: Bolsa de Mulher

Mulheres, visitem nossa seção de dermocosméticos!

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Pílula pode aumentar chances de incontinência urinária

sexta-feira, 26 de junho de 2009 11h11min36s BRT

Pesquisa mostra que o problema é maior na fase de pré-menopausa


Mulheres que usam pílula anticoncepcional estão mais propensas a desenvolver algum grau de incontinência urinária na fase da pré-menopausa, segundo uma pesquisa realizada pela Universidade de Harvard (EUA) e publicada no Journal of Urology.

No geral, a ala feminina costuma a sofrer mais com o problema. As mulheres têm probabilidade duas vezes maior que os homens de apresentar essa condição, por conta da gravidez, do parto e de disfunções hormonais. Cerca de 40% das mulheres, após a menopausa, perdem urina de forma involuntária. O fator anatômico também pesa.

A musculatura que dá sustentação aos órgãos pélvicos é mais frágil nelas e o aparelho esfincteriano, mais delgado, e a uretra feminina curta. Além disso, o músculo estriado, que forma um pequeno anel em volta da uretra, é mais fino e adelgaçado nas mulheres do que nos homens, onde é espesso e forte, explica o urologista Ricardo Felts de La Roca.

O estudo avaliou mais de 22 mil mulheres, com idade entre 37 e 54 anos, sem histórico do problema e que utilizaram pílulas orais no período de 1989 a 2001. Dessas, uma parcela de 749 participantes tiveram perda involuntária da urina ao menos uma vez por semana.

A pesquisa apontou que aquelas que nunca haviam usado o medicamento apresentaram 27% mais chances de viver o problema semanalmente em comparação com aquelas que nunca utilizaram o método contraceptivo.

Fonte: Minha Vida

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Queda de Cabelo

quarta-feira, 24 de junho de 2009 11h34min50s BRT

Alterações significativas na aparência dos cabelos podem impactar seriamente a auto-estima das pessoas. A queda de cabelos pode causar sérias conseqüências emocionais – tanto para homens como para mulheres.

Os cabelos não servem somente como um aliado estético, mas também funcionam como um isolante térmico, protegendo a cabeça das radiações solares.

O principal indicativo de cabelos saudáveis é quando a cutícula do cabelo tem um padrão regular. Isso faz com que as moléculas de água e de proteína mantenham-se no cabelo – mantendo-o maleável, com brilho, forte e macio.

Mas quando nosso cabelo começa a cair ou está com sua estrutura alterada, isso pode ser indício de doenças.

As causas para a queda de cabelo podem ser internas ou externas.

Causas Externas

As causas externas da queda de cabelo geralmente são provocadas por desgastes por produtos químicos, tais como:

  • Permanentes;
  • Tinturas;
  • Tração dos fios – como em sessões de alisamento – ou por pressão provocada por penteados que puxam o cabelo para traz;
  • Acúmulo de resíduos de cremes no couro cabeludo.

Mas a causa da queda não necessariamente é de origem química. Entre as causas comuns de origem não-química estão exposição excessiva aos raios ultravioleta, uso de secadores e escovação brusca.

Em ambos os casos, ocorrem anomalias na disposição das cutículas e, conseqüentemente, na estrutura dos fios e do couro cabeludo, deixando-os danificados. Nesses casos – em que as escamas ficam abertas, provocando perda de brilho, umidade e resistência – faz-se necessário um tratamento profundo e intensivo. Esse tratamento deve ser à base de cremes específicos para a recuperação dos fios. Além disso, deve-se parar completamente com o uso dos produtos químicos nos cabelos, até que eles estejam novamente revitalizados.

Quando os cabelos estão caindo em grande quantidade ou quando tornam-se mais finos e escassos, não se deve dispensar a consulta a um dermatologista para descobrir com precisão a causa.

Os especialistas na área irão avaliar o problema do paciente, buscando informações sobre sua dieta, uso de medicamentos, vitaminas tomadas nos últimos seis meses, histórico familiar e doenças recentes. No caso de mulheres que apresentam esta queixa, o médico deve perguntar sobre o ciclo menstrual, gravidez e menopausa.

A próxima etapa é fazer um exame do couro cabeludo, analisando os fios de cabelo ao microscópio. Testes laboratoriais mais específicos também podem ser indicados, como por exemplo, a biópsia do couro cabeludo.

Causas Internas

Má Alimentação

Uma alimentação rica em vitaminas e proteínas é essencial para o fortalecimento dos fios. Por isso, para obter os nutrientes necessários, procure seguir uma dieta equilibrada que contenha:

  • Zinco, presente em alimentos como carne vermelha, frango e peixe;
  • Aminoácidos lisina, cisteína e prolina, presentes em carnes;
  • Beta-caroteno, presente em vegetais alaranjados como cenoura e folhas de cor verde-escura;
  • Vitaminas do complexo B, presentes em grãos, nozes, legumes, cereais integrais.

O ferro é um dos componentes mais importantes para a saúde do cabelo. A reserva de ferro no organismo deve estar alta. Algumas pessoas não ingerem ou não absorvem bem o ferro. Mulheres com o período menstrual muito longo ou com grande volume perdem muito ferro e ficam anêmicas. A detecção da redução do ferro no sangue é feita através de exames laboratoriais, podendo esta ser corrigida pelo uso de comprimidos ou medicações que contenham ferro.

Pós-parto

Geralmente após o parto, ocorrem casos de queda de cabelo em algumas mulheres. Porém, essa queda é perfeitamente normal, ocorrendo enquanto o organismo da mulher se recupera dos desequilíbrios hormonais da gravidez. Outro fator agravante é a amamentação — período em que a mãe dispõe de muitos nutrientes para o bebê através do leite.

A queda de cabelo normalmente inicia-se de 2 a 3 meses após o parto, normalizando-se naturalmente no prazo de 1 a 6 meses.

Durante este período, valem os conselhos habituais: evite banhos muito quentes, escovação exagerada e realize massagens no couro cabeludo com as pontas dos dedos. Não há restrições após o parto com relação ao uso de tinturas, tonalizantes e procedimentos químicos – como permanente e alisamento.

Micoses do couro cabeludo

Essa infecção é contagiosa e mais comum em crianças.

Inicialmente formam-se pequenas áreas de descamação que podem se estender e resultar em áreas de fios quebradiços, eritema (vermelhidão), edema (inchaço) e infiltração. O tratamento deve ser feito através de medicação oral.

Uso das pílulas anticoncepcionais

Mulheres que apresentam queda de cabelos ao utilizarem pílulas anticoncepcionais geralmente já apresentam uma tendência prévia a terem menor quantidade de cabelos. Se a queda efetivamente ocorrer, a usuária deverá consultar seu ginecologista na tentativa de substituir o anticoncepcional usado.

Quando a mulher interrompe o uso do anticoncepcional, ela poderá perceber que a queda do cabelo inicia-se de 2 a 3 meses após esta interrupção, podendo permanecer até 6 meses.

Saiba mais sobre Anticoncepcional

Distúrbios da glândula tireóide

Com relação à produção dos hormônios da tireóide, tanto a diminuição (hipotireoidismo) como o aumento (hipertireoidismo) podem ser causas de queda de cabelo. Estas alterações podem ser diagnosticadas através de exames laboratoriais. O tratamento correto das doenças da tireóide pode corrigir efetivamente a perda capilar.

Febre alta e infecções

Uma gripe forte pode levar a uma queda excessiva dos cabelos por algum tempo, cessando espontaneamente.

Tratamentos para câncer (quimioterapia e radioterapia)

Alguns tipos de tratamentos para câncer farão com que as células responsáveis pelo crescimento dos cabelos parem de se multiplicar. Os cabelos começam, então, a ficar finos e quebradiços. Isto ocorre cerca de 1 a 3 semanas após o início do tratamento. Pacientes podem chegar a perder mais de 90% dos seus cabelos. Depois de terminado o tratamento, o crescimento capilar reinicia-se normalmente.

Cirurgia e medicação intensa

Alguns medicamentos usados no tratamento de gota, artrite, depressão, problemas cardíacos, hipertensão arterial e anemia contribuem para o problema. O excesso de vitamina A também pode levar à queda.

Calvície hereditária

É a causa mais comum, sendo que esta tendência pode ser herdada tanto do lado materno quanto do lado paterno da família.

Alopecia Areata

É o tipo de queda de cabelo que leva a uma área pequena e arredondada totalmente sem cabelos (”pelada”).

Outras causas

  • O estresse psíquico;
  • Tabagismo;
  • Abuso de bebidas alcoólicas;
  • Menopausa;
  • Ovários policísticos.

Fonte: http://belezaesaude.dae.com.br

 

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Estudo aponta mecanismo pelo qual estresse causa disfunções sexuais

quarta-feira, 24 de junho de 2009 11h15min05s BRT

Pesquisadores da Universidade da Califórnia, nos EUA, podem ter descoberto o mecanismo pelo qual o estresse causa disfunção sexual e infertilidade. Segundo os especialistas, o estresse aumenta os níveis de hormônios chamados glucocorticoides, como o cortisol, que inibem a liberação do hormônio sexual gonadotrofina, o que, posteriormente, suprime a contagem de espermatozoides, a ovulação e a atividade sexual.

 

Testes com ratos mostraram que o estresse aumenta os níveis cerebrais do hormônio inibidor de gonadotrofina no cérebro, descoberto há nove anos em pássaros, mas que está presente em humanos e outros mamíferos.

 

Segundo os autores, se esse hormônio reprodutivo agir da mesma forma em todos os mamíferos, as descobertas podem mudar as formas de os médicos avaliarem os problemas reprodutivos. “Esse trabalho oferece novos alvos para os pesquisadores e uma nova forma de pensar sobre infertilidade e disfunção”, destacou a pesquisadora Elizabeth Kirby, líder do estudo.

 

Escrito por Leandro Perché

 

Medicamentos para disfunção sexual

 

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